Archive for the ‘aleatoriedades’ Category
* Tradução ao pé da letra? É…
Posted on August 23rd, 2008 by Fernanda. Filed under aleatoriedades.
Minha irmã normalmente não gosta de ir ao supermercado, mas nas poucas vezes que isso ocorre há boas chances de aparecerem coisas divertidas. A viagem de hoje foi uma delas.
A Kellog’s lançou, não sei dizer quando, um cereal comemorativo de dez anos de Meninas Superpoderosas. Apelidado carinhosamente por nós de “coisa rosa açucarada”, sua embalagem traz alguns fatos sobre o desenho. É aà que começa a diversão.
Um pedaço da parte de trás da embalagem:

Similar à abertura do desenho, traduzida diretamente do inglês. Vamos deixar de lado a redundância de “Há dez anos atrás” – que uma boa revisão eliminaria – e focar nesta parte: “açúcar, qualquer coisa gostosa, pimenta”. No original, “Sugar, spice, and everything nice” – açúcar, tempero (ou pimenta, tudo bem), e tudo que há de bom. Hm.
Tradução problemática? Sim, sem dúvida. Mas nada comparado a esta pérola encontrada na lateral da embalagem…

Tirem suas próprias conclusões.
* Comidinhas
Posted on February 20th, 2008 by Fernanda. Filed under aleatoriedades.
Eu sou uma pessoa que gosta de comer. Vá lá, tenho minhas frescurites, mas como quase de tudo. Ir no restaurante self-service de preço único, por exemplo, é garantia de PT – principalmente em dia de feijoada. As pessoas com quem eu trabalho até duvidam, porque eu não sou gorda (complexada, vá lá, mas não gorda de fato), mas vai almoçar comigo pra ver… as caras são hilárias.
E, como em todo o resto, tenho minhas fases com comida. Tem aquelas clássicas que nunca podem faltar (batata e palmito, por exemplo), mas a maioria é cÃclica. Já teve a fase do pastel de feira, do yakisoba, junk food em geral (sempre uma de cada vez). Minha mais recente fixação é o milho verde, não qualquer um, mas aquele devidamente separado do sabugo e temperado com sal e margarina, que se compra nos carrinhos na rua. No geral, eu não gosto de comprar coisas de ambulantes, não, mas o cheiro que vem do carrinho de milho verde é absolutamente criminoso. O problema é que é um pouco caro – tá, eu acho bastante caro, se considerar quanto custa a espiga na feira -, e está cada vez mais difÃcil encontrar um carrinho nas minhas rotas. A solução foi tentar reproduzir em casa, mas por muito tempo só tinha milho de lata (que não é a mesma coisa. Não é, ponto).
Pois bem, por esses dias mamãe comprou milho e cozinhou, era minha chance. Fui lá, espetei o garfo, acondicionei a espiga no potinho, passei a faca, coloquei sal… E agora, manteiga ou margarina? O tio do carrinho de milho costuma usar margarina, mas eu gosto mais de manteiga pra cozinhar, então vai manteiga. Apesar de ter ficado gostoso, de novo, não era a mesma coisa. Vai querer ser saudável, tirar as gorduras trans, dá nisso.
Aliás, né, até o mcdonalds andou eliminando as famigeradas do cardápio. Muito bom, muito saudável. Mas… ó só, não sei se é zica minha, mas de uns meses pra cá os lanches da filial que costumo ir andam meio sem gosto. Coincidência? Não sei, mas por mim pode deixar as gorduras na minha comida. Não quero viver até os 100 anos pra comer comida sem gosto.
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