* Aventuras na selva do transporte público

Posted on March 5th, 2009 by Fernanda. Filed under cotidiano.


Crédito: Bruno Heilig, 2006Lá em Londres um dos meus flatmates uma vez me disse que “você pode se considerar um verdadeiro londrino quando começa a reclamar do transporte público”. Mandei ele à merde.

É fato um tanto quanto indiscutível que o ser humano é insatisfeito por natureza. Também sei que não existe muita base de comparação quando só se conhece um lado da situação. Mas, pombas, como diabos eles podem reclamar daquele sistema tão lindamente organizado e funcional? Já viram o mapa do metrô de Londres? Tem quase uma estação em cada esquina. Já viu ônibus passar no horário marcado? A maioria dos pontos tem aquelas telas que informam a previsão de chegada de cada ônibus, e não falha. Concordo que não morei lá tanto tempo assim, eu sei que nem tudo é perfeito e outras pessoas podem ter uma opinião diferente. Mas vai comparar com o sistema de transporte público de… sei lá, São Paulo.

Vou contar um causo. Semana passada precisei fazer uma pequena viagem até o Brooklin, no outro lado da cidade. Saindo da Av. Paulista, eu sempre ia de metrô até a Vila Madalena, de onde pego a Ponte Orca até a estação da CPTM Cidade Universitária e de lá o trem até a Berrini. Resolvi fazer a mesma coisa, já que atravessar a cidade de metrô ainda é mais rápido. Pois bem, o trecho percorrido de trem corresponde a 20% do trajeto, mas é de longe o pior. Os trens estão sempre, sempre lotados e os passageiros têm a péssima mania de não abrir espaço para os outros desembarcarem nas estações de jeito nenhum.

Naquele dia específico a situação estava caótica. Por causa das chuvas, uma das linhas na zona leste estava parada devido aos alagamentos na região; por conseqüência, todas as outras linhas têm a “velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações”. Some a isso o gado a multidão de trabalhadores em fim de expediente, e seja bem-vindo ao inferno. Já prevendo a situação, fiquei o mais próximo que pude da saída, a fim de facilitar o meu desembarque, tarefa que se provou impossível. Com o atraso nos trens, a massa acumulava-se em proporções geométricas e invadia cada milímetro dos vagões em cada parada, me empurrando para longe da porta. Chegou ao ponto de os passageiros que já estavam no trem segurarem as portas para que outras pessoas não pudessem entrar, tamanho o aperto. Aliás, chega a ser impressionante a capacidade dos usuários da CPTM de desafiar as leis da física – dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar do espaço ao mesmo tempo o caramba!

O resultado é que sim, pude finalmente descer na estação que precisava, mas para isso precisei atropelar a massa que invadia o vagão. Como consegui tal façanha? Uma moça simpática na plataforma agarrou meu braço e me puxou para fora do trem! Mas aprendi, também, nunca mais faço esse trajeto. Descobri rotas alternativas de ônibus que demandam menos tempo e muito menos stress.

É o transporte público de Londres que não presta? Pois eu desafio qualquer londrino a utilizar o transporte paulistano um único dia que seja e sair vivo. Ora bolas…

Crédito da foto: Bruno Heilig, 2006

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* Pequena nota mental

Posted on March 4th, 2009 by Fernanda. Filed under pensamentos.


O simples fato de não morar mais sozinha em outro país não é motivo suficiente para parar de escrever no blog.

Mil desculpas pelo hiato, minha gente! O blog não morreu, não, apenas entrou em um período de inércia junto com a autora. Qualquer hora comento sobre isso.

Hoje mesmo tem post fresquinho saindo. Obrigada aos que ainda estão por aqui. =)

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* Ponha-se na Rua

Posted on January 22nd, 2009 by Fernanda. Filed under vida de estudante.


Na sexta-feira passada recebi um aviso por escrito do departamento de acomodação da universidade, lembrando-me que meu contrato está acabando e eu devo vagar o apartamento até as 10h do dia 26.

Coincidência ou não, no mesmo dia completei quatro meses aqui em Londres. Foi muito rápido, mesmo que às vezes parecesse que nunca ia terminar. As atividades do curso terminaram oficialmente hoje, com a última prova e entrega do último trabalho. Notas, agora, só em março.

Amanhã mesmo volto ao Brasil, e ainda em tempo de pegar o finalzinho da Campus Party. Durante a semana já cuidei das burocracias no pouco tempo que me sobrou entre um trabalho e outra prova. Conta no banco encerrada, cartão do NHS devolvido. Logo de manhã começa o deja-vu da arrumação das malas: decidir o que vai e o que fica (e com quem fica), jogar um monte de coisa fora, prestar atenção para não esquecer nada e dar um jeito de caber tudo.

Até breve, galera. Pensamentos positivos para não me pararem na alfândega, sim? =)

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* Um crash tour de Paris

Posted on January 9th, 2009 by Fernanda. Filed under viagem.


Seguindo a linha de passeios invernais, Kikachan e eu fomos para Paris. Esperamos passar Natal e Réveillon e ainda deixamos para ir durante a semana porque a passagem era mais barata – pobre é terrível. O plano era bem simples: 5 e 6 de janeiro (segunda e terça), vamos de manhã, passamos a noite e voltamos no final do dia seguinte. E correr muito pra ver tudo.

Saindo aqui do flat, uma grata surpresa: havia nevado um pouco durante a madrugada, a rua estava branquinha. Pegamos o trem das 5h30 – eu falei que a passagem era barata? Não tinha muita paisagem pra ver, mesmo porque o trem atravessa o Canal da Mancha por um túnel, mas quando começou a clarear, já na França, mais neve. Nisso minha irmã não poderia ter ficado mais feliz, já que ela gosta de frio e a neve era o ápice. Nevou o dia inteiro, aliás, e o frio ajudou a me manter acordada, já que não consegui dormir no trem.

Pegamos o metrô e corremos para o albergue fazer o check-in e largar a mochila. E se eu já achava a extensão do metrô de Londres absurda, o de Paris nem se fala. Foi o nosso principal meio de transporte, já que cobre a cidade inteira. Existem dois tipos de bilhetes que podem ser usados por turistas, o comum, que é vendido individualmente ou em carnets de 10 com desconto, ou passes válidos para o dia inteiro. Se você vai usar muito metrô, ônibus e trem, o passe diário vale a pena; se não, o carnet tá de bom tamanho. Usamos um inteiro cada uma, exatamente.

Em primeiro lugar fomos ao Louvre, porque levaria mais tempo. Já sabendo que não daria para ver tudo, o lugar é imenso e estava lotado – e como tinha brasileiro! -, escolhemos algumas alas, incluindo as mais famosas, e encaramos as massas.  Eis que durante o passeio, ao lado da Victoire de Samothrace, – no meio de um monte de gente, dentro de um museu gigante, numa cidade enorme -, dou de cara com Maestro Billy e Mellancia!  Paguei de tiete, trocamos figurinhas, tiramos fotos (porque se não tem foto, não aconteceu) e continuamos o passeio. Mundinho pequeno da peste… =D

Chegamos a visitar a Mona Lisa, sim. Provavelmente a pintura mais famosa do mundo, mas vou te falar, nem é tudo isso, ó. Por causa da segurança não dá para chegar perto, e sempre tem a característica rodinha de gente na frente. Os outros quadros que estão na sala acabam sendo mais interessantes. Mas vá lá, fomos, vimos a Gioconda, registramos. Sigamos em frente.

Saindo do Louvre, fomos andando até a Ile-de-France, onde fica a Notre Dame, entre outros pontos. A catedral é linda, e a menos que você queira subir nas torres a entrada é gratuita. Vale a pena ver os vitrais, tanto dentro como fora. O altar é bonito, tem muitas esculturas legais e as cadeiras são mesmo de palha. Não conseguimos ver todos os ângulos e contar gárgulas, porque o tempo era curto e o frio não ajudava, mas rendeu boas fotos da entrada. Em seguida andamos até o Hôtel de Ville e pegamos o metrô novamente para ver as Arènes de Lutèce. Que tem isso, você pergunta? História, meu caro. Leia Asterix. ;)

Infelizmente o parque onde fica a Arena já estava fechado, e como já escurecia e o cansaço bateu fortíssimo fomos fazer as compras do dia e voltamos para o albergue. Esse que, aliás, só valeu pela localização, que era bem central. De resto, a infra-estrutura era bem pobre, e apesar de estar incluso no preço o café da manhã era pão (com geléias e mateiga), suco, café, chá e um doce que parecia marmelada. Valeu para uma noite só, eu não recomendaria uma estadia mais longa.

Depois de umas dez horas de sono merecidas, seguimos para a Tour Eiffel. Saímos do metrô na Pont de l’Alma, de onde já se pode ver a Torre, mesmo com o excesso de nuvens. Andamos até lá, mas não pudemos subir pois estava fechada, provavelmente pelo tempo e a baixa visibilidade. Uma pena, teria sido legal ver a cidade do alto coberta de neve. Então andamos pelo parque do Champs de Mars, ainda coberto de neve (e parecendo uma geladeira, na minha opinião), até chegar à Ecole Militaire, de onde já se pode avistar a cúpula da capela do Invalides.

A vantagem de ver as coisas de longe é que não precisamos ficar consultando o mapa toda hora, e assim mantemos as luvas nas mãos. Les Invalides é um conjunto de prédios lindo, onde está o túmulo de Napoleão Bonaparte, entre outras coisas. Também há um museu de guerra, mas como era pago e tomaria muito tempo, não chegamos a entrar.

A parada seguinte foi a Champs-Elysées, para andarmos até o Arc de Triomphe. Perceberam o problema? A Champs-Elysées é um grande centro de compras, e com o frio que estava foi impossível não ficar parando em lojas bem aquecidas, o que nos tomou mais de uma hora. No fim das contas já estávamos tão cansadas de andar na Avenida naquele frio e com fome, que atravessamos a rua a uns dois quarteirões de distância pra tirar uma foto no meio do trânsito e pronto. Depois de almoçar e fazermos mais algumas compras, ainda demos uma passadinha na Bastille antes de ir embora.

E já que falamos em compras, Paris é a cidade para isso, não importa qual o seu gosto. No dia 7 começou a liquidação de inverno – que eu perdi por um dia, mas eu tinha aula, não dava -, que deve durar seis semanas. Mas que fazer compras em Paris é ótimo todo mundo sabe, nada de novo nisso. Impressionante mesmo foi a quantidade de mangás, animes e merchandising em geral que se encontra na cidade. A própria Virgin Megastore tinha uma seção do tamanho de dois quartos meus. Passeando por várias lojas, era mais fácil encontrar bonecos de Cavaleiros do Zodíaco do que merchandising do Asterix.

Por último, mas não menos importante, a culinária francesa, que é outro assunto a parte. Até o menor restaurante, barraquinha ou padaria enchem os olhos e dá vontade de experimentar tudo. Entre outras coisas, comemos uma pizza cuja massa derretia na boca, Macaron, e o crepe de nutella que o Forlani recomendou. Minha recomendação é: viu e bateu a vontade? Experimente, vai ser difícil se arrepender.

Se você está em Londres, é uma boa idéia passar uns dias em Paris e conhecer a cidade. No Wikitravel tem boas dicas de viagem. E não tem problema se você não fala francês, apesar da má fama os parisienses são atenciosos e dá pra se virar muito bem com inglês. Falo por experiência própria, pois meu francês é extremamente básico. Existem passagens de trem baratas durante a semana e fora de temporada comprando pelo site da Eurostar, e dá para passear bastante gastando menos de 100 euros por dia (hospedagem inclusa). Não tem desculpa. =)

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* Fogos e a virada do ano

Posted on January 1st, 2009 by Fernanda. Filed under Londres.


Em Londres, como os londrinos. No Rio se vai à praia de Copacabana, em São Paulo, à Av. Paulista. Aqui o povo passa frio na margem do Tâmisa, próximo à London Eye. E, como todo ponto central de comemoração, é bom chegar cedo porque lota.

Saímos de casa pouco depois das 20h30 para pegar o metrô e encontrar os amigos numa estação próxima. O prenúncio de muvuca já era visível quando saímos da estação de destino, tanto que os bloqueios de saída já estavam todos abertos. Aí se começa a enxergar a organização, em cada esquina havia uma plaquinha apontado para os pontos de visualização, e policiais por todo canto, a pé ou de cavalo (o que deixou algumas ruas um tanto sujinhas). A maioria das ruas da área estava fechada para o trânsito, dando bastante espaço para os pedestres.

Chegamos na margem do rio um pouco antes das 22h e ficamos lá, de pé, vendo mais gente chegar e ouvindo um DJ que não sabia dar fade out/fade in nas músicas e parecia ter sido contratado pra tocar as músicas que só ele gosta. A London Eye estava toda iluminada, com jogo de luzes coloridas, e o Shell Building foi usado pela LG (olha eles aí de novo) como telão, passando animações e mensagens de ano novo de celebridades e uma hilária dos Simpsons (no vídeo abaixo, aos 2min).

À meia-noite houve a contagem regressiva de praxe, então ouviram-se as doze badaladas do Big Ben e o show de fogos começou. Ao final, uma grande cantoria de “Auld Lang Syne” com gaitas de fole e a letra passada no telão. Infelizmente não acho um vídeo bom no YouTube com essa parte, fico devendo.

Depois de duas horas esperando por um show de 20min, era hora de voltar para casa. Se por um lado o metrô iria funcionar a noite toda de graça, por outro isso significou mais de 1h andando num mar de gente até achar uma estação que estivesse aberta e não muito abarrotada. Ao menos foi tudo uma muvuca organizada, não teve nenhum empurra-empurra, e chegamos em casa perto de 2am.

Foi extremamente cansativo – e meu traseiro ficou congelado, sim (apesar de ficar 4h em pé, é uma região de baixa circulação)! Mas o importante é que eu vi, ao vivo, o show de fogos da virada do ano em Londres. Todo o resto é bastante descartável.

Algumas fotos tiradas com o celular, e o mapa do local:

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* Acabou, né?

Posted on December 31st, 2008 by Fernanda. Filed under aleatoriedades.


Agora faltam pouco menos de 4h para acabar 2008.

Não foi um ano lá muito bom, mas eu já vi piores. Trabalhei feito um trator e assim consegui juntar dinheiro suficiente para esta viagem, participei de eventos e conheci gente nova, Twittei muito e arrumei este espacinho aqui para poder escrever mais de 140 caracteres por vez.

Aqui não tem praia, mas temos fogos na margem do rio Tâmisa, e é pra lá que estou indo. Terminar o ano no meio da muvuca e congelar o traseiro nesse tempinho bom de 0 °C.

Obrigada pela audiência e pela paciência. Feliz Ano Novo, pessoal! =)

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* Cinco dias na Escócia

Posted on December 23rd, 2008 by Fernanda. Filed under viagem.


Em geral, o inverno não é uma estação muito boa para viajar. Mas como eu já estou aqui e minha irmã resolveu que sim, vinha me visitar de qualquer jeito, resolvi entrar na brincadeira e saímos passeando por aí. Logo de cara foram cinco dias em Edinburgh, no dia seguinte à chegada dela. Vá para o Flickr e veja as fotos junto com o texto. =)

A idéia, claro, não era ficar só na cidade. Várias agências de turismo oferecem tours de um dia pelo interior do país – as Highlands. Fizemos isso no segundo dia, e foi muito legal. Você fica doze horas enfiado num micro-ônibus, apreciando a paisagem bucólica e cheia de ovelhas, enquanto o motorista e guia destrincha uma aula de história fenomenal. Há algumas paradas ao longo do caminho, claro, para tirar fotos ou comer, além da visita obrigatória ao Loch Ness. Mas eu disse que viajar no inverno não é muito bom, né? Na Escócia, ainda, chove o tempo todo, com ventos que chegam a 10 milhas por hora. Em algumas paradas mal dava para descer do ônibus, tão forte era o temporal. Tanto que o tour incluía um passeio de barco pelo Loch Ness, mas ele precisou ser cancelado.

Aliás, já digo: a Escócia é muito, muito legal, mas não no inverno. O dia é muito curto, a chuva atrapalha bastante os passeios, já que o céu vive encoberto, dificultando a vista. Interessante notar que os locais não ligam para o aguaceiro (“It never rains in Scotland. That’s liquid sunshine!“), vê-se poucos guarda-chuvas na rua – mesmo porque, com o vento não há um guarda-chuva que resista – e o trânsito não fica caótico por causa disso. Nosso guia mencionou, inclusive, que a hora do rush dura exatos 40 minutos. Difícil de acreditar? Também achei, mas o único dia em que vi trânsito de verdade foi no sábado anterior ao Natal, por motivos óbvios – e o único dia em que não caiu uma gota sequer.

Claro que o tempo ditou nosso roteiro pela cidade. Decidimos visitar o Castelo de Edinburgh, o tempo ainda estava bom, mas na metade da atração caiu a chuva e tivemos que ficar nos escondendo. Felizmente várias das exposições ficam em lugares cobertos, o problema era passar de uma à outra. Na sexta não teve jeito, fizemos um tour pela cidade num ônibus de dois andares – que não tinha limpador de pára-brisas no andar de cima (EPIC FAIL) e fomos ao cinema.

Como eu disse, no sábado os deuses foram bons conosco e o tempo abriu. Aproveitamos para ir até o Calton Hill, que tem alguns monumentos inspirados na arquitetura grega e uma bela vista da cidade. Também fomos até o Zoológico, onde todo dia acontece a famos parada dos pingüins. É assim: os visitantes formam um paredão para demarcar o caminho, os tratadores abrem o cercado e todos os pingüins que quiserem podem sair e dar uma voltinha, passando a meio metro de distância dos espectadores, e depois voltam para o cercado de novo. É curtíssima, não dura cinco minutos, mas vale a visita. Ah, o resto do Zoo é muito legal também. =)

Por último, as tecnicalidades. Dá para achar passagens de trem relativamente baratas, e a viagem dura pouco mais de quatro horas. O albergue em que nos hospedamos é excelente e fica bem no centro da cidade, sendo que só precisamos mesmo usar o transporte público quando fomos ao Zoo, e os ônibus são tão bons quanto em Londres. De resto, só gastamos sola de sapato. Como guia de viagem, usamos o Wikitravel. É uma viagem que eu recomendo e faria novamente. Quer dizer, com um tempinho melhor, né…

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