* PGWeek 2008 no British Council
Posted on September 11th, 2008 by Fernanda. Filed under estudo.
Entre os dias 15 e 19 de outubro acontece a segunda edição da Postgraduate Week no British Council. A PGWeek é uma sacada bem legal do British Council, onde os interessados em cursos de pós-graduação podem conversar diretamente com representantes de diversas universidades do Reino Unido e tirar suas dúvidas.
Eu estive na PGWeek do ano passado e digo que é um formato muito bacana. Cada universidade tem seu stand e o atendimento é individual – isso significa que as filas podem ficar gigantescas, mas vale a pena! Você chega lá com seu bloquinho, senta com o representante e fica o tempo que precisar, sem pressa.
Outro ponto interessante são as palestras temáticas. É naquele esquema, mesmo, o representante de cada universidade tem direito a 1h no auditório com um microfone e um datashow. Parece que no ano passado cada um ficou só falando sobre a própria instituição – as poucas palestras a que eu assisti foram isso mesmo – e o pessoal reclamou. Complain and you shall receive, esse ano botaram ordem na casa e teremos palestras temáticas de verdade – ao menos é o que se espera com esta grade definida. A ver.
As palestras serão transmitidas via webcast e os palestrantes estarão disponÃveis online no live chat, mas quem for de outra cidade e puder tirar o fim-de-semana para vir a São Paulo eu recomendo muitÃssimo. Foi lá que fiquei conhecendo o curso que vou fazer agora.
Para datas, inscrições e outras informações, visite o site oficial da PGWeek 2008.
* Últimos preparativos (ou preparativos de última hora)
Posted on September 9th, 2008 by Fernanda. Filed under viagem.
Em exatamente uma semana – se o vôo não atrasar, veja bem – estarei sobrevoando o Atlântico rumo a Londres. E hoje pela manhã me bateu o maior desespero do mundo, porque é claro que não tenho nada pronto para a viagem.
(Figura de linguagem, chama-se hipérbole. Óbvio que já tenho muita coisa pronta, vai, cerca de 80%. Mas conhece aquela regra que diz que os últimos 20% demandam 80% do esforço? Pois é.)
Faz apenas uma semana que parei de trabalhar – e frilas surgem, que há de se fazer? -, portanto não tive tempo de ver tudo que preciso. Isso não significa que você também pode fazer a mesma coisa e deixar tudo para o último minuto possÃvel. Planejar-se com antecedência é sempre a melhor polÃtica, mas convenhamos, circunstâncias são imprevisÃveis, então vamos aos itens de viagem/mudança que tomam menos tempo.
Roupas
O clima inglês é bastante imprevisÃvel. Apesar de ser uma situação bem familiar para os paulistanos, é bem mais frio do que aqui. As estações são bem definidas, e o semestre letivo começa em setembro, no outono. De dezembro a fevereiro, inclusive, as temperaturas chegam a -3° C e pode nevar.
A recomendação é levar, sim, algumas roupas quentes, mas só o essencial, já que na Inglaterra pode-se comprar roupas mais adequadas a preços mais acessÃveis. Entretanto, para as moças, eu recomendo que calças e lingerie sejam compradas no Brasil, porque a modelagem européia é bem diferente da nossa. Não subestime o valor de um par de calças confortáveis!
Seguro-saúde
Somente estudantes matriculados em cursos de mais de seis meses têm direito à utilização do serviço de saúde britânico, o NHS. Se você, como eu, vai ficar menos de seis meses, é bom providenciar um bom seguro antes de viajar.
Aqui existem duas opções principais: ver se seu plano de saúde atual oferece cobertura internacional, ou contratar um seguro de viagem para estudantes, em agências de viagens ou agências de intercâmbio – ótima opção de última hora, a emissão leva um ou dois dias. Compare as alterativas disponÃveis e veja o que é melhor para você.
E já que estamos no tópico…
Remédios
Regra geral, é sempre melhor levar de casa os remédios que você vai precisar. Entretanto, não dá para viajar com mil caixas de remédios diferentes, não é? Leve somente o necessário, e peça ao seu médico uma receita especificando o medicamento, a dosagem e a quantidade prescrita para prestar esclarecimentos à alfândega, ou caso seja necessário comprar mais em viagem. Medicamentos mais simples, como analgésicos e anti-gripais, podem ser comprados lá mesmo, em farmácias ou mesmo supermercados.
Muita atenção aos remédios considerados “substância controlada”, pois aparentemente é necessário uma licença para portá-los. O site da alfândega britânica menciona que ingleses em viagem precisam dessa licença para viajar ao exterior com esses remédios e ela demora cerca de 15 dias para ser emitida, e é possÃvel que a mesma restrição se aplique a estrangeiros entrando na ilha. Pesquisarei mais porque sou curiosa, mas você pode se informar melhor no site do VisitBritain, a agência nacional britânica de turismo.
Fontes:
VisitBritain: Weather – Particularidades do clima britânico.
VisitBritain: Medicine & Health – Informações relativas à saúde, para viagens ao UK.
* Londres à noite
Posted on September 7th, 2008 by Fernanda. Filed under Londres.
Para entrar no clima, uma galeria maravilhosa retratando a Londres noturna.
Eu já tive a oportunidade de ver Londres de um avião à noite, quase chegando em Heathrow, voando bem baixo. A visão é espetacular, e as fotos tiradas por Jason Hawkes lhe fazem justiça. E o que é melhor, eu posso ver e rever as fotos quantas vezes quiser, sem ficar nauseada de tanto olhar pela janelinha do avião!
Clique na foto para ver.
* Tradução ao pé da letra? É…
Posted on August 23rd, 2008 by Fernanda. Filed under aleatoriedades.
Minha irmã normalmente não gosta de ir ao supermercado, mas nas poucas vezes que isso ocorre há boas chances de aparecerem coisas divertidas. A viagem de hoje foi uma delas.
A Kellog’s lançou, não sei dizer quando, um cereal comemorativo de dez anos de Meninas Superpoderosas. Apelidado carinhosamente por nós de “coisa rosa açucarada”, sua embalagem traz alguns fatos sobre o desenho. É aà que começa a diversão.
Um pedaço da parte de trás da embalagem:

Similar à abertura do desenho, traduzida diretamente do inglês. Vamos deixar de lado a redundância de “Há dez anos atrás” – que uma boa revisão eliminaria – e focar nesta parte: “açúcar, qualquer coisa gostosa, pimenta”. No original, “Sugar, spice, and everything nice” – açúcar, tempero (ou pimenta, tudo bem), e tudo que há de bom. Hm.
Tradução problemática? Sim, sem dúvida. Mas nada comparado a esta pérola encontrada na lateral da embalagem…

Tirem suas próprias conclusões.
* Comidinhas
Posted on February 20th, 2008 by Fernanda. Filed under aleatoriedades.
Eu sou uma pessoa que gosta de comer. Vá lá, tenho minhas frescurites, mas como quase de tudo. Ir no restaurante self-service de preço único, por exemplo, é garantia de PT – principalmente em dia de feijoada. As pessoas com quem eu trabalho até duvidam, porque eu não sou gorda (complexada, vá lá, mas não gorda de fato), mas vai almoçar comigo pra ver… as caras são hilárias.
E, como em todo o resto, tenho minhas fases com comida. Tem aquelas clássicas que nunca podem faltar (batata e palmito, por exemplo), mas a maioria é cÃclica. Já teve a fase do pastel de feira, do yakisoba, junk food em geral (sempre uma de cada vez). Minha mais recente fixação é o milho verde, não qualquer um, mas aquele devidamente separado do sabugo e temperado com sal e margarina, que se compra nos carrinhos na rua. No geral, eu não gosto de comprar coisas de ambulantes, não, mas o cheiro que vem do carrinho de milho verde é absolutamente criminoso. O problema é que é um pouco caro – tá, eu acho bastante caro, se considerar quanto custa a espiga na feira -, e está cada vez mais difÃcil encontrar um carrinho nas minhas rotas. A solução foi tentar reproduzir em casa, mas por muito tempo só tinha milho de lata (que não é a mesma coisa. Não é, ponto).
Pois bem, por esses dias mamãe comprou milho e cozinhou, era minha chance. Fui lá, espetei o garfo, acondicionei a espiga no potinho, passei a faca, coloquei sal… E agora, manteiga ou margarina? O tio do carrinho de milho costuma usar margarina, mas eu gosto mais de manteiga pra cozinhar, então vai manteiga. Apesar de ter ficado gostoso, de novo, não era a mesma coisa. Vai querer ser saudável, tirar as gorduras trans, dá nisso.
Aliás, né, até o mcdonalds andou eliminando as famigeradas do cardápio. Muito bom, muito saudável. Mas… ó só, não sei se é zica minha, mas de uns meses pra cá os lanches da filial que costumo ir andam meio sem gosto. Coincidência? Não sei, mas por mim pode deixar as gorduras na minha comida. Não quero viver até os 100 anos pra comer comida sem gosto.
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